Inscrições abertas para o Formare na Eaton de Guaratiguetá
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Estão abertas as inscrições para o Programa Formare na Eaton de Guaratinguetá.


Jovens entre 16 e 18 anos, que estão cursando o ensino médio em escola da rede pública, podem concorrer a uma das 20 vagas para o curso gratuito de Operador de Produção e Logística.

 

Para se inscrever, os interessados devem retirar a ficha de inscrição na portaria da EATON (Rod. Pref. Aristeu Viêira Viléla, 181 – Rio Comprido) ou solicitar pelo e-mail Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. . As inscrições vão até 30 de maio.

 

Saiba mais: 

https://goo.gl/kcVD6J

 
Formare inaugura nova turma na fábrica da MAN Latin America
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O Programa Formare inaugura sua 20ª turma na fábrica da MAN Latin America. Nos últimos anos, uma média de 90% dos jovens que passam pelo Formare na MAN são contratados após a formação.


Ao todo mais de 250 jovens já passaram pelo programa apoiado pela MAN Latin America.


E as perspectivas são cada vez melhores: os alunos terminam o Programa e buscam outras qualificações, avançando cada vez mais para o ensino superior. Na turma de 2008, apenas 70% seguiram para a faculdade. Este ano, todos os alunos pretendem seguir este caminho.


Saiba mais: 

https://goo.gl/gnY2ad

 
Ferramenta mede retorno sobre o investimento do Programa Formare
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Avaliação do custo-benefício do projeto de formação profissional de jovens de baixa renda indica retorno econômico-financeiro positivo para empresas

 

A Fundação Iochpe e o Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas (GVces) acabam de lançar uma ferramenta que mede o retorno econômico-financeiro sobre o investimento social (ROI) feito por empresas no Programa Formare, iniciativa da fundação voltada à qualificação profissional de jovens de baixa renda. A partir do lançamento de dados e do cruzamento de informações em uma simples planilha de Excel é possível calcular o custo-benefício da implementação do Formare em cada uma das unidades de negócio das companhias.


Parceira da Fundação Iochpe no Programa Formare, a fábrica da Siemens em Jundiaí (SP) calculou o retorno sobre o investimento e registrou aumento de receitas. Na planta da L’Oréal na capital paulista e na unidade de Valinhos da indústria Eaton, o Formare permitiu redução de custos graças à adoção de melhores práticas na linha de produção.
A Fundação Iochpe e o GVces investem em intensa campanha para tornar o ROI mais conhecido entre as empresas que adotam o Formare e também nas comunidades empresarial e do terceiro setor como um todo. Nas últimas duas semanas, cerca de 300 pessoas participaram de eventos sobre o assunto em São Paulo, em seminário na L’Oréal, no 10º Congresso do Grupo de Institutos e Fundações Empresariais (Gife) e um webinar.

 

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Empresas mostram retorno positivo do Programa Formare em evento na fábrica da L'Oréal em SP


“Importante tendência no campo do investimento social privado (ISP) é o seu alinhamento à estratégia de negócio das empresas. Muitos institutos e fundações empresariais trabalham com base nisso para dar mais legitimidade e perenidade às suas ações sociais. Companhias e líderes empresariais estão cada vez mais interessados em mensurar o retorno econômico-financeiro de seus projetos sociais. Por isso decidimos unir esforços com o GVces para criar e oferecer aos nossos parceiros uma ferramenta para medir o retorno sobre o investimento (ROI) do Programa Formare. Essa solução tem potencial de ampliar o interesse das empresas no Formare, o que resultará num maior acesso à qualificação de jovens no Brasil todo”, diz Cláudio Anjos, diretor-executivo da Fundação Iochpe.

 

“Conseguimos provar por meio de um estudo de viabilidade econômica [cálculo ROI] que o projeto não é apenas inovador e transformador de realidades. Ele é também estratégico, pois reduz custos de treinamentos e desenvolvimento de colaboradores, de contratação de mão de obra, retenção de talentos e apoio da comunidade à marca. Isso mostra que o novo modelo é uma tendência sustentável a ser seguida pelas empresas que querem colaborar com a transformação da realidade social”, afirma Lucilene Rocha, coordenadora de projetos sociais da Siemens Fundação Brasil.

 

Do ponto de vista setorial, Claudio Viggiani, presidente do Instituto Abihpec, da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos, e Cesar Meireles, presidente-executivo da Associação Brasileira de operadores Logísticos (Abol), a metodologia do ROI para o Programa Formare ou outras ações sociais empresariais é um instrumento de convencimento para lideranças corporativas olharem para o campo da sustentabilidade de forma mais estrutural e estratégica, aliando o papel social das empresas ao desenvolvimento econômico do país e de seus próprios negócios.

 

“A importância da responsabilidade social das empresas é unanimidade, é um momento de entusiasmo de todos. Mas na realidade dos negócios tem as contas, tem a crise, e a área de sustentabilidade é uma das que mais sofrem. O ROI do Programa Formare quantifica os benefícios de uma ação social, cala a boca dos mais céticos. É uma forma adicional muito importante para ter argumentos convincentes de que responsabilidade social dá retorno ao negócio. Nosso objetivo é justamente convencer as empresas, chamar atenção do setor sobre isso”, afirma Viggiani, do Instituto Abihpec.

“Ao analisar um portfólio de projetos sociais, todo gestor vai fazer uma análise de oportunidade, priorizando aqueles que contribuem efetivamente para uma melhoria de e serviços e dos resultados da empresa. A metodologia de medir os resultados do Programa Formare é feita de um jeito muito pragmático e ainda tem a chancela da FGV e da Fundação Iochpe. Isso potencializa a aceitação dessa ação social”, complementa Meirelles, da Abol.

 

Para calcular o ROI e realizar a análise econômico-financeira de seus projetos sociais, as empresas podem adotar o modelo de análise financeira estática, que verifica os impactos do projeto sobre o demonstrativo de resultado do exercício (DRE), usado para comparar ganhos ou perdas em margens operacionais. Há ainda a opção pela análise financeira dinâmica, que considera fluxos passados e futuros e projeções de balanço.

 

“Priorizamos o modelo estático pela simplicidade de colocar a ferramenta em prática. Ao fazer o cálculo do custo-benefício é necessário estabelecer dois cenários: com ou sem a implementação do projeto. Também é necessário verificar se houve ganhos ou perdas de margens operacionais no exercício analisado em cada um dos cenários e definir em qual cenário houve maior ganho (ou menor perda)”, explica Anjos.

 

Outro aspecto importante no cálculo do custo-benefício do Programa Formare é avaliar os investimentos e gastos operacionais associados ao projeto (custos de infraestrutura e materiais, número de funcionários envolvidos no projeto e tempo gasto por eles na atividade voluntária) e os benefícios gerados e os respectivos custos evitados (economia com processo seletivo, capacitação e contratação de novos colaboradores, iniciativa dos alunos para melhorar processos). O que aconteceria caso o projeto não fosse adotado? O projeto gera aumento de receitas ou reduz despesas? Os custos reais e projetados são subtraídos dos benefícios apontados. O resultado é o retorno econômico-financeiro do Programa Formare.

 

Mais informações: http://gvces.com.br/retorno-economico-de-projetos-de-sustentabilidade?locale=pt-br

 

Sobre o Programa Formare


O Programa Formare é desenvolvido pela Fundação Iochpe em parceria com empresas de médio e grande porte, que oferecem cursos anuais de formação técnica a uma turma de, em média, 20 jovens de famílias de baixa renda residentes no entorno das empresas.


Os cursos são realizados dentro das companhias. As aulas são dadas por funcionários voluntários. A empresa é, então, transformada em um ambiente de aprendizagem e qualificação profissional contínua, tanto para os colaboradores como para os jovens beneficiados. Suzano Papel e Celulose, Siemens, 3M, Cummins, Hyatt, Bosh e DHL estão entre as mais de 40 empresas parceiras da Fundação Iochpe no Programa Formare, que conta atualmente com mais de 1,3 mil jovens em processo de formação e já certificou mais de 21 mil desde 1995.


Os cursos têm duração mínima de 800 horas/aula e são desenvolvidos pela equipe pedagógica da Fundação Iochpe, de acordo com as características de cada empresa e a realidade do mercado de trabalho local. No modelo social, os programas são certificados pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR). No modelo aprendiz, os cursos seguem os parâmetros do Ministério do Trabalho.

 

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Claudio Anjos, diretor-executivo da Fundação Iochpe, apresenta o ROI no 10º Congresso Gife

 

 

 
Cláudio Anjos, da Fundação Iochpe, debate avaliação de programas sociais no X Congresso GIFE
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Cláudio Anjos, Diretor Executivo da Fundação Iochpe, é um dos palestrantes do 10º Congresso GIFE, que acontece de 4 a 6 de abril na sede da FecomercioSP (Rua Dr. Plínio Barreto, 285, Bela Vista, São Paulo). No primeiro dia do evento, quarta-feira, 4 de abril, das 11h às 12h30, Anjos discute práticas de avaliação e monitoramento do investimento social privado ao lado de representantes de organizações como Fundação Roberto Marinho, Itaú Social, Fundação Avina, Instituto C&A, entre outras.

 

O painel “Avaliação no ISP: O que os investidores sociais querem, podem e devem fazer?” destacará a relevância do tema para potencializar contribuições que poderão transformar a sociedade. Além disso, a mesa mostrará que esses processos de avaliação são também um constante desafio para gestores e equipes das organizações que coordenam o investimento social, organizações parceiras muitas vezes responsáveis pela concepção e implementação de projetos, representantes de mantenedores e conselhos, entidades públicas parceiras e especialistas em avaliação. No dia a dia das atividades do terceiro setor, são conhecidas as dificuldades enfrentadas por esses atores para construir perguntas e produzir respostas pertinentes e relevantes para subsidiar boas decisões e fortalecer as ações.

Na sessão, que será aberta ao público, Claudio Anjos compartilhará exemplos concretos de sua atuação no campo social e a experiência da Fundação Iochpe, que apresentou recentemente pesquisa sobre o retorno econômico de seu Programa Formare, focado na qualificação profissional de jovens em situação de vulnerabilidade financeira, dentro de empresas parceiras. O estudo “Retorno econômico de projetos de sustentabilidade: redefinindo o valor dos investimentos de multinacionais no Brasil”, produzido pela FGV Projetos e Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ), destaca que empresas, como a Siemens, obtêm retorno financeiro registrado em balanço com a implementação do Formare.

 

“Avaliação do ISP: O que os investidores sociais querem, podem e devem fazer?”, 10º Congresso GIFE, 4/4/2018, 11h. Palestrantes

 

Cláudio Anjos, diretor-executivo da Fundação Iochpe
Administrador de empresas, advogado, especialista em gerenciamento de projetos e mestre em administração de empresas.

 

Ana Lúcia Lima, diretora da Conhecimento Social
Economista, responsável pela Conhecimento Social, consultoria especializada em projetos de pesquisa e avaliação para o campo social.

 

Marcelo Mosaner, coordenador da Fundación Avina
Economista e cientista político, responsável pela metodologia do Índice de Progresso Social (IPS) na América do Sul.

 

Alan Meguerditchian, coordenador do Instituto Unibanco
Cientista social, responde pela área de avaliação e monitoramento do IU.

 

Octavio Augusto de Barros, diretor institucional da Simbiose Social
Economista e mestre em estratégia empresarial pela FGV-SP.

 

Monica Pinto (moderadora)

Mestre em educação, é gerente de desenvolvimento Institucional na Fundação Roberto Marinho, responsável pela área de pesquisa e avaliação.

 

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Sobre o Programa Formare, da Fundação Iochpe

O Programa Formare é desenvolvido pela Fundação Iochpe em parceria com empresas de médio e grande porte, que oferecem cursos de formação inicial para o mercado de trabalho a uma turma de, em média, 20 jovens de famílias de baixa renda residentes no entorno das empresas.

 

Os cursos são realizados dentro das companhias. As aulas são dadas por funcionários voluntários. A empresa é, então, transformada em um ambiente de aprendizagem e qualificação profissional contínua, tanto para os colaboradores como para os jovens beneficiados.

 

Os cursos têm duração mínima de 800 horas/aula e são desenvolvidos pela equipe pedagógica da Fundação Iochpe, de acordo com as características de cada empresa e a realidade do mercado de trabalho local. No modelo social, os programas são certificados pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), que mantém convênio com a Fundação Iochpe desde 1995. No modelo aprendiz, os cursos seguem os parâmetros do Ministério do Trabalho.


 

Sobre o GIFE

O Grupo de Institutos, Fundações e Empresas (GIFE) é uma organização sem fins lucrativos que reúne os principais investidores sociais do país, sendo eles de origem empresarial, familiar, independente ou comunitária. A rede surgiu em 1995 e reúne hoje 138 associados que, juntos, investem por volta de R$ 2,9 bilhões por ano na área social, operando projetos próprios ou viabilizando iniciativas de terceiros. O GIFE busca contribuir para a promoção do desenvolvimento sustentável no Brasil, por meio do fortalecimento político-institucional e do apoio à atuação estratégica de institutos e fundações e de outras entidades privadas que realizam investimento social voluntário e sistemático, voltado ao interesse público.


 

Sobre o Congresso

O Congresso GIFE é um evento bianual que se tornou referência sobre o tema do investimento social privado no país. Em 2018, chega à sua 10ª edição com o tema “Brasil, democracia e desenvolvimento sustentável”. Serão três dias de programação (de 4 a 6 de abril) em que cerca de mil participantes se reunirão para pensar quais as contribuições do investimento social privado para a formação de novas agendas e convergências no país.

 
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