Formare na Voith concorre ao prêmio "Destaques do Setor da ABTCP", na categoria Responsabilidade Social
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A Voith Paper, divisão do Grupo Voith e principal parceira e pioneira na indústria de papel, concorre em sete categorias no prêmio “Destaques do Setor da ABTCP (Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel) 2018”.

 

Na categoria Responsabilidade Social, a empresa concorre com o programa Formare, que está em sua 13ª turma na empresa. Desde 2006, o programa já formou cerca de 240 jovens da região do Jaraguá para atuarem na empresa e em outras companhias. O projeto estimula o voluntariado, já que as aulas são ministradas pelos próprios colaboradores do Grupo.

 

O prêmio “Destaques do Setor da ABTCP 2018” é um dos mais importantes da indústria de celulose e papel e foi criado para mostrar a relevância de ações e projetos desenvolvidos pelos fabricantes e fornecedores do setor de celulose e papel.

A votação é aberta para associados e não-associados. Basta entrar com o número do seu CPF, cadastrar-se e votar. Link: https://premiodestaquesdosetor.com.br/home-votacao

 

A divulgação das empresas vencedoras será realizada no dia 28 de agosto, e a entrega da premiação acontecerá no dia 24 de outubro, no Transamérica Expo Center, em São Paulo.

 

 

 

Sobre a Voith


A Voith Paper é uma divisão do Grupo Voith e a principal parceira e pioneira na indústria de papel. Por meio de inovações constantes, está continuamente otimizando o processo de fabricação de papel com foco no desenvolvimento de produtos que preservam recursos. Graças ao Papermaking 4.0, os fabricantes de papel podem interconectar seus equipamentos de maneira otimizada e aumentar sua competitividade por meio do uso efetivo e seguro dos dados gerados. Com o Servolution, a Voith Paper oferece aos seus clientes um amplo portfólio de serviços para todas as seções do processo de fabricação de papel.

 

A Voith é um grupo de tecnologia com atuação global. Com seu amplo portfólio de sistemas, produtos, serviços e aplicações digitais, a Voith estabelece padrões nos mercados de energia, petróleo e gás, papel, matérias-primas, e transporte e automotivo. Fundada em 1867, a Voith atualmente tem mais de 19.000 colaboradores e vendas de € 4,2 bilhões. Com unidades operacionais em mais de 60 países, é uma das maiores empresas familiares da Europa.

 
Programa Formare é destaque de reportagem na Folha de S. Paulo
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O Formare é destaque em matéria veiculada pela Folha de S.Paulo (https://www1.folha.uol.com.br/empreendedorsocial/2018/06/manual-auxilia-empresas-a-avaliar-retorno-sobre-investimento-social.shtml) que trata do retorno sobre investimento em projetos sociais (ROI). A ferramenta, produzida pela Fundação Getulio Vargas (FGV), foi contratada pela Fundação Iochpe para medir o ROI de sustentabilidade em seus parceiros. Uma das empresas que já aplicou essa metodologia com muito sucesso foi a Siemens.

 

Parceira da Fundação Iochpe no Programa Formare, a fábrica da Siemens em Jundiaí (SP) calculou o retorno sobre o investimento e registrou aumento de receitas. Na planta da L’Oréal na capital paulista e na unidade de Valinhos da indústria Eaton, o Formare permitiu redução de custos graças à adoção de melhores práticas na linha de produção.

“Importante tendência no campo do investimento social privado (ISP) é o seu alinhamento à estratégia de negócio das empresas. Muitos institutos e fundações empresariais trabalham com base nisso para dar mais legitimidade e perenidade às suas ações sociais. Companhias e líderes empresariais estão cada vez mais interessados em mensurar o retorno econômico-financeiro de seus projetos sociais. Por isso decidimos unir esforços com a FGV para criar e oferecer aos nossos parceiros uma ferramenta para medir o ROI do Programa Formare. Essa solução tem potencial de ampliar o interesse das empresas no Formare, o que resultará num maior acesso à qualificação de jovens no Brasil todo”, diz Cláudio Anjos, diretor-executivo da Fundação Iochpe.

 

Para calcular o ROI e realizar a análise econômico-financeira de seus projetos sociais, as empresas podem adotar o modelo de análise financeira estática, que verifica os impactos do projeto sobre seu balanço financeiro (DRE), usado para comparar ganhos ou perdas em margens operacionais. Há ainda a opção pela análise financeira dinâmica, que considera fluxos passados e futuros e projeções de balanço.

 

“Priorizamos o modelo estático pela simplicidade de colocar a ferramenta em prática. Ao fazer o cálculo do custo-benefício é necessário estabelecer dois cenários: com ou sem a implementação do projeto. Também é necessário verificar se houve ganhos ou perdas de margens operacionais no exercício analisado em cada um dos cenários e definir em qual cenário houve maior ganho (ou menor perda)”, explica Anjos.

 

Outro aspecto importante no cálculo do custo-benefício do Programa Formare é avaliar os investimentos e gastos operacionais associados ao projeto (custos de infraestrutura e materiais, número de funcionários envolvidos no projeto e tempo gasto por eles na atividade voluntária) e os benefícios gerados e os respectivos custos evitados (economia com processo seletivo, capacitação e contratação de novos colaboradores, iniciativa dos alunos para melhorar processos). O que aconteceria caso o projeto não fosse adotado? O projeto gera aumento de receitas ou reduz despesas? Os custos reais e projetados são subtraídos dos benefícios apontados. O resultado é o retorno econômico-financeiro do Programa Formare.

 

Mais informações: http://gvces.com.br/retorno-economico-de-projetos-de-sustentabilidade?locale=pt-br

 

Sobre o Programa Formare

 

O Programa Formare é desenvolvido pela Fundação Iochpe em parceria com empresas de médio e grande porte, que oferecem cursos de formação inicial para o mercado de trabalho a uma turma de, em média, 20 jovens de famílias de baixa renda residentes no entorno das empresas.

 

Os cursos são realizados dentro das companhias. As aulas são dadas por funcionários voluntários. A empresa é, então, transformada em um ambiente de aprendizagem e qualificação profissional contínua, tanto para os colaboradores como para os jovens beneficiados. Siemens, 3M, Cummins, Hyatt, Bosh e DHL estão entre as mais de 40 empresas parceiras da Fundação Iochpe no Programa Formare.

 
O perfil do profissional de Operação Logística está mudando
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O cenário profissional no ramo de Operação Logística está mudando.

A ABOL - Associação Brasileira de Operadores Logísticos é uma das apoiadoras do Programa Formare, que está alinhado com as mudanças no mercado de trabalho e adota uma metodologia de ensino por Competências na formação profissional dos jovens.

 

A reportagem da Revista Tecnologística discute justamente o que está mudando no mercado de Operações Logísticas e o que se espera dos novos profissionais.

 

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Programa Formare aproxima jovens do emprego
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Enquanto IBGE e Unicef divulgam dados alarmantes sobre o futuro dos jovens no mercado de trabalho, Programa Formare avança no país por meio de parcerias com a iniciativa privada


O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou recentemente por meio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad) que 23% dos jovens brasileiros entre 15 e 29 anos não trabalham e também não estudam. Em outro estudo, desta vez apresentado pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), há a revelação de que apenas uma de cada quatro empresas na América Latina oferecem estágios ou oportunidades de trabalho para jovens de baixa renda. Em ambos os casos, os números apresentados trazem preocupações aos jovens que pretendem ingressar no mercado de trabalho.

 

“São novas pesquisas que apresentam mais dados desfavoráveis aos nossos jovens. Elas mostram com clareza a falta de uma política estruturada para esse público. Sem esse tipo de iniciativa, não há como reverter esse quadro desfavorável. Os mais novos é que podem colaborar como novas ideias e atitudes, mas as oportunidades não estão chegando a eles. O que vemos por aqui e por ali são medidas paliativas e que acabam não trazendo um resultado efetivo para esse cenário calamitoso. A falta de vontade política trava o desenvolvimento e a nossa competitividade”, relata Beth Callia, coordenadora do Formare, programa de educação profissional para jovens de baixa renda da Fundação Iochpe.

 

Em 30 anos o Programa Formare já qualificou 22 mil jovens para o mercado de trabalho, atingindo índice médio de empregabilidade de 80% dos beneficiários. Hoje conta com cerca de 1.400 alunos em formação, 43 empresas parceiras e 68 unidades. Na fábrica de Jundiaí (SP) da Siemens, a empresa reteve 100% dos alunos do Formare da turma de 2017 e tem planos para contratar todos os jovens da turma deste ano. A Suzano, maior empresa de papel e celulose do mundo, mantém parceria com a Fundação Iochpe por meio do Programa Formare há 13 anos. Dos mais de 500 jovens que passaram por diversas unidades da empresa nesse período, 73% estão atualmente empregados, sendo 42% na própria Suzano.

 

“Fazemos esforços contínuos para promover a inserção de mais jovens no mercado de trabalho por meio de parcerias com a iniciativa privada. Sem esse apoio, o sonho de milhares de jovens seria interrompido e certamente muitos talentos seriam desperdiçados. Hoje contamos com 43 empresas associadas a essa causa. Esse número pode triplicar com facilidade se outras companhias se engajarem nessa luta”, sintetiza Beth Callia.

 

 
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